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Tradução formas plásticas e formas verbais | MAM-RJ

Oficina de tradução: formas plásticas e formas verbais.
Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (interior e jardim).
Outubro de 2015.
4h de duração.

Foi a primeira vez que dei uma oficina de criação no MAM-RJ, e, se não me engano, a segunda vez que dei uma oficina experimentando a tradução como forma, como propõe Walter Benjamin. Foi em 2015, no contexto do Prêmio PIPA, a convite da artista plástica Virgínia Mota.

O exercício envolveu a exploração de uma série de ferramentas da criação e da tradução literária, e a tarefa de traduzir um poema qualquer. A tradução seria feita para outra língua, dentro do português, a ser descoberta a partir das formas plásticas que se apresentavam, ali, no Prêmio PIPA. Essa técnica resultaria, posteriormente, em um experimento que realizei com um poema de Sylvia Plath, publicado na revista Escamandro, com apresentação de Luiz Guilherme Barbosa. Continuar lendo

Tradução PTPT | CMAHO

Oficina de Tradução PT-PT
28/01/2017
Local: CMAHO
4h de duração

Em 2016, fui convidado pela artista argentina Julieta Hanono para colaborar com sua exposição “Ils, Ellos, Eles” (com curadoria de Izabela Pucu, então diretora do Centro Municipal de Artes Helio Oiticica) com um Laboratório de Tradução Desorientada, Desfuncionalizada e Suspensa. Traduzi alguns trabalhos de autoficção da artista para diferentes linguagens. O procedimento foi parecido com o que eu já realizara, no mesmo ano, com um poema de Sylvia Plath, I am Vertical (publicado na revista Escamandro). O trabalho para a exposição resultou em uma sala, um laboratório, com as traduções suspensas e uma mesa que dava algumas ferramentas para que os visitantes se aventurassem em continuar o trabalho, virtualmente infinito. Continuar lendo

Beijo grego | Oficina Experimental de Poesia

Em 2015, ofereci uma oficina de tradução pt-pt na Oficina Experimental de Poesia. Reproduzo aqui o texto que publiquei à época no site do coletivo.

Com a oficina “Beijo grego”, propus exercícios para a tradução de poemas do português para o português. A partir de uma tradução coletiva do poema de Manuel Bandeira (“A Realidade e a Imagem”), partimos para a tradução individual de um poema contemporâneo. Foram traduzidos poemas de Mariana Botelho, Leonardo Marona, Lucas Matos e de Augusto Meneghin.

Os resultados foram impressionantes. Cada transcriador (esse tradutor que assume a sua inventividade) privilegiou diferentes aspectos dos poemas para a sua tradução. Continuar lendo